Yorkie
Família Grooming Place
28/12/12
Prazer, Chloé
30/11/12
Todo o charme da Chanel
05/11/12
Nina e Dolce
22/10/12
Os bebês da Grooming Place
20/01/12
Na coluna dia-a-dia do blog da Grooming, está sendo acompanhado o momento mágico da ida para casa do Buddyweiser. O filhote de Yorkshire – que antes mesmo de ir para casa - já tinha um nome super lindo e criativo.
Os donos Maricha e Fernando esperaram pelo pequeno pet 1 mês e enquanto isso faziam visitas à Grooming. Em um desses encontros antes do grande dia, eles aproveitaram para dar o nome ao cachorrinho, antes de levarem o pequeno para a sua home sweet home.
Aproveitando a ideia, que tal dar nomes também para os filhotes hiper fofos da Grooming, que estão esperando uma casa?
Fêmea de Chihuahua, nascida dia 15/10/2011:
Macho de Lulu da Pomerânia (Spitz Alemão Anão), nascido dia 22/10/2011
E então? Que nomes podemos dar para esses filhotes lindos? Comente aqui no blog e deixe a sua sugestão!
Quer curtir mais fotos dos bebês da Grooming? Acesse o álbum no Facebook: http://www.facebook.com/media/set/?set=a.343626952328168.87364.203241086366756&type=3
É um(a) menino(a)!
13/01/12
Já pensou na chegada daquele dia especial, aquele momento único e hiper mágico de levar um filhote para casa? Esse dia chegou para a Maricha e Fernando, clientes da Grooming Place. Hoje, o fofíssimo Yorkshire de 3 meses – que já se chama Buddyweiser – foi para a casa dos seus donos e a coluna dia-a-dia do blog da Grooming vai acompanhar o desenrolar dessa história e aproveitar para dar dicas de como receber um pequeno cãozinho na sua casa.
Esse momento é de dedicação e atenção, pois é a hora de receber em casa um pet saudável que precisa de cuidados pela sua característica de bebê. Aos poucos, o pequeno cão vai conhecer a dinâmica da casa, os barulhos característicos desse lar e irá se ambientando e cada vez mais sentindo todo o bem-estar que essa casa irá dar a ele.
As visitas de amigos na casa devem ser breves, pois após 15 minutos de visita o cãozinho já pode estar pra lá de cansado. Assim como o nascimento de um bebê é anunciado com uma placa na porta da maternidade, a chegada de um cachorrinho também merece indicação que na casa existe um cãozinho que precisa de sossego e cuidados. Falando de higiene e não contaminação, a cada volta para casa e na entrada de amigos é super importante lavar bem as mãos antes de correr para afofar o pequeno, afinal de contas esses cuidados são primordiais para manter a saúde do filhote em dia.
Caso já tenha outro cachorro na casa, o ideal é que o filhote fique confinado até o terceiro dia. Nesse momento, a porta do confinamento fica entreaberta e o cão mais velho irá – provavelmente tocado pela curiosidade – entrar no espaço e conhecer o outro cãozinho. O novo pet deve ter as suas coisas: seus pratinhos, seus brinquedos adequados para o seu tamanho, sem herdar nada do cachorro mais velho. Dessa maneira, o cão que já estava na casa não sente que o seu território foi invadido. Assim como irmãos mais novos e mais velhos, eles aprendem a dividir as coisas.
Falando de comidinha, a ração é um alimento completo e deve ser de qualidade. Uma das diferenças da ração dos filhotes para os cães adultos é o tamanho, deve ser menor, pois eles não tem dentes para a mastigação. Outro fato importante relacionado à alimentação é ficar de olhos bem abertos com o comportamento do filhote. Se caso ele parecer prostrado e com o corpo gelado pode ser um sinal de hipoglicemia. E por que isso acontece? Porque o cão bebê tem pequeno tamanho, baixo peso e metabolismo hiper veloz, o que faz com que ele precise comer várias vezes ao dia para que a curva de glicose não baixe e cause até mesmo uma convulsão ou mesmo a falência do pet. Caso ele demonstre os sintomas ditos é preciso aquecer o corpo do pet – pode ser com bolsa de água quente – e oferecer comida para ele. Porém, muitas vezes o cãozinho está tão abatido que não consegue comer. Sendo assim, é indicado esfregar geléia, mel ou algo bem doce dentro da boca para que a curva glicêmica volte ao normal. Geralmente, após essa ação ele reage e é aí que se deve oferecer comida. Independentemente da reação do bichinho é necessário levá-lo com urgência para o atendimento.
Pet car
14/12/11
No início desse mês, a apresentadora Xuxa Meneghel – que é apaixonada por cachorros! – foi flagrada exibindo o seu Yorkshire, Dudu, em um pet car.
Esse tipo de carrinho é feito especialmente para os cães pequenos. É perfeito para um passeio mais longo, onde o pet pode sofrer para aguentar o ritmo dos donos. Não é útil só para estrelas como a Xuxa.
É uma ótima dica também para passeios externos em dias de sol forte, pois ali dentro o pet tem todo conforto e ainda está abrigado do sol. Como a loja do Grooming Place tem várias opções de bem-estar para os pets, o carrinho de transporte de alto padrão não podia faltar:
É verdade ou mito que cachorros podem ter colapso de traqueia?
12/12/11
A verdade é que doenças como o colapso de traqueia existem sim. E como os pets merecem todo o nosso cuidado para estarem sempre exibindo bem-estar é legal estarmos atentos e informados sobre ela.
O alvo é a traqueia do cãozinho: órgão responsável pela passagem do ar das vias respiratórias superiores para os pulmões. A traqueia é formada por anéis cartilaginosos, com aspecto tubular, flexível e semi-rígido.
E como ocorre? As cartilagens afetadas perdem a rigidez e a capacidade de manter a conformação normal durante a respiração, levando ao colapso ou colabamento traqueal.
Os pets pequenininhos – de tamanhos toy ou miniatura – são os mais afetados. E algumas raças merecem atenção ainda maior, como: Poodle, Yorkshire, Maltês, Lulu da Pomerânia e Chihuahua.
As causas são bem variadas. Podem vir de fatores genéticos, de fatores nutricionais, alérgenos, ou mesmo degeneração da matriz cartilaginosa e obesidade. O colapso de traqueia também pode ser uma combinação desses fatores.
Como podemos identificá-la? Alguns sintomas podem ajudar a percebê-la, pois não são silenciosos. Um deles pode ser a tosse crônica ou mesmo ruídos respiratórios fora do normal. Além desses, podem ocorrer engasgos, intolerância aos exercícios, dificuldade respiratória, desmaios, ou síndrome da “angústia respiratória”.
Alguns fatores podem desencadear ou tornar ainda mais visíveis alguns sinais clínicos, como: exercícios, tempo úmido e quente, excitação, compressão traqueal (como a ação de puxar a coleira), ingestão de alimentos, fumaça.
A parte boa disso tudo é que o tratamento pode ser clínico. Feito à base de medicações que reduzem os sintomas e as crises. Além disso, é feito controle de peso, restrição de exercícios e controle do ambiente. Em alguns casos, o tratamento pode ser cirúrgico, mas por ter risco e requerer profissional especializado, não é indicado para todos os casos.








































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